Sarampo, reemergindo uma doença milenar

Com o aumento da temperatura e a tendência a aglomerações que ocorrem durante o carnaval, alguma doenças virais tendem a aumentar a sua incidência, como a Caxumba, Catapora, Rubéola e o Sarampo. Estas doenças tem um pico de incidência justamente nesta época do ano, e todas podem ser evitadas por vacinação.

Hoje abordaremos o Sarampo. É uma doença viral altamente contagiosa, de transmissão oral, conhecida como Primeira moléstia (primeira doença), pelos antigos. Causada por um vírus Morbili vírus, potencialmente grave. O período de incubação pode ser de até duas semanas, quando a criança está doente, mas ainda não tem os sintomas mas já pode transmitir a doença, até quando a criança apresenta febre elevada, até mesmo acima de 40 graus Celsius, sucedida por um vermelhão no corpo, que se inicia pela face, com olhos muito avermelhados e lacrimejantes, e desce pelo corpo até chegar aos pés, o que os médicos chamam de RASH MORBILIFORME. Nesta fase, observa-se na parte interna das bochechas, manchas brancas, conhecidas como manchas de Koplick e são típicas desta doença.  A febre pode persistir elevada por até 7 dias, e as complicações costumam se estabelecer neste período.

Até os anos 80, o sarampo era a segunda causa de morte em crianças no Brasil,  e o programa de vacinação em massa mundial, levou a diminuição dos casos de óbito por pneumonia e meningoencefalite (inflamação do cérebro e das meninges) por sarampo. A circulação do vírus do sarampo foi considerada interrompida no Brasil em 2016.  Contudo, ocorreu um surto de mais de cem casos de sarampo na Disney Califórnia, que infectou crianças de todo o mundo. Até maio de 2017 já tinham sido registrados mais de 8 mil casos de sarampo na Europa, com cinco óbitos na Itália, em crianças e adolescentes com a cobertura de vacinação incompleta. No momento a Organização Mundial de saúde soltou um alerta sobre o risco de uma Pandemia de sarampo pela baixa cobertura vacinal. Os países mais pobres do leste europeu já têm mortes confirmadas pela doença, inclusive em adultos.  Não existe nenhuma outra forma de prevenção desta doença potencialmente fatal, que não a vacinação. Recomenda-se o reforço da vacina tríplice viral de 13 aos 19 anos.

Vai viajar? Vacine-se. Não deixe o Sarampo afetar a sua família! Previna-se! Vacine-se! Para não pintar é só vacinar!

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PARA NÃO PINTAR É SÓ VACINAR!

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